Daytona 675

Após o lançamento da superesportiva Daytona 675R no mercado brasileiro, em 2013, a Triumph inicia nesta semana as vendas no País da versão mais “comportada” da linha, a Daytona 675. O novo modelo é equipado com o mesmo conjunto mecânico da Daytona 675R, com modificações tecnológicas que o tornaram mais “dócil” para a pilotagem nas ruas e, ainda, reduziram o seu preço final para o consumidor. O modelo chega às lojas com preço sugerido de R$ 41.900.

A maioria das diferenças aparece no conjunto de suspensões e freios. A suspensão dianteira, agora da marca Kayaba, conta com garfos invertidos de 41 mm, regulagem de amortecimento de pré-carga, retorno e compressão de alta/baixa velocidade, com curso de 110 mm. Na traseira, também da marca Kayaba, há um amortecedor único com reservatório extra, regulagem de amortecimento de pré-carga, retorno e compressão de alta/baixa velocidade e curso de 129 mm. Nos freios dianteiros, os pistões da Daytona 675 são da marca Nissin e o sistema ABS é comutável (liga ou desliga) como item de série.

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A motocicleta vem equipada com painéis de preenchimento de carenagem de fibra de carbono no lugar dos painéis pretos do outro modelo. Além disso, também conta com um para-lamas frontal de fibra de carbono. As duas versões são equipadas com motor Triumph de três cilindros em linha, com 675 cc e 128 cavalos de potência.

A Triumph Daytona ainda recebeu nova embreagem, com sistema deslizante slip-assist, que exige atuação significativamente mais leve na alavanca, e também ajuda a prevenir que a roda traseira trave durante uma frenagem brusca. Este mecanismo é auxiliado pelo gerenciamento do motor, que abre as borboletas do acelerador nessas circunstâncias para reduzir a frenagem do propulsor.

No sistema de transmissão, o modelo também possui como acessório o sistema quick-shift de mudança rápida das marchas, que foi reprogramado nesta nova versão para oferecer mudanças ainda mais rápidas e suaves. O recurso modifica o tempo de corte da ignição de acordo com a velocidade e a carga do motor, proporcionando uma mudança de velocidade suave sob condições de alta velocidade na pista e também em pilotagem moderada nas ruas.

A montadora também investiu na centralização da massa da moto como o novo posicionamento do sistema de escapamento, o novo subquadro traseiro, novos garfos e novas rodas. A alteração mais visível aconteceu no sistema de escapamento. O conjunto, incluindo seu silenciador, que antes ficava debaixo do assento, agora foi transferido para baixo do motor. Esta nova localização indica que a massa do escapamento foi levada para muito mais perto do centro da motocicleta, uma estratégia que também contribui para deixar a moto mais rápida nas curvas, segundo a montadora.

As rodas e os garfos ficaram mais leves e a distância entre eixos foi reduzida, inovações que trouxeram melhorias significativas no desempenho geral da motocicleta. Para se ter ideia, só a roda traseira ficou 500 gramas mais leve.

A motocicleta é equipada, de série, com sistema de freios ABS regulável. Seu conjunto pesa 1,5 kg e conta com configuração de pista, que permite a derrapagem da roda traseira para aumentar a segurança do piloto. O sistema também permite uma frenagem mais agressiva em boas condições, o que significa que o ABS só será ativado ao atravessar superfícies molhadas ou a lateral da pista. Em pista seca perfeita, o piloto não vai nem notar o funcionamento do sistema ABS.

O quadro é semelhante ao do modelo anterior, porém é uma nova concepção feita com oito peças fundidas – em vez de 11. Isto resulta em menos soldas e numa construção mais leve, sem perda de resistência ou rigidez. A geometria foi melhorada, com uma mudança no ângulo de inclinação, agora de 22,9 graus, e uma redução da distância horizontal para 87,2 mm. A posição do pivô da balança é regulável para ajudar o piloto a personalizar a dirigibilidade de acordo com o seu estilo e as condições de condução.

A posição de pilotagem foi ligeiramente levantada e inclui uma pequena redução na altura do banco (agora com 820 mm), mas ainda é uma postura de pilotagem superesportiva. A moto está sendo lançada no Brasil em três cores: Preto Phantom/Grafite, Branco Crystal/Azul Sapphire e Vermelho Diablo/Preto Jet.

-Imagens e vídeo: divulgação-
-Informações: Triumph-

2 comentários em “Daytona 675

  1. Também tive a oportunidade de realizar o test driwer ,e achei que a relação de incluir o ABS, além de mais conforto e segurança nas entradas de curvas ,ficou mais rápida a estabilidade.
    Sem que a maquina se joga ao frear .
    Muito bom.

  2. Recentemente fiz um test-ride com uma 675R. Eu sou fã de maxxi-trail e nunca pensei que fosse gostar tanto desta moto.
    Diversão pura, o motor dela é simplesmente maravilhoso.

    ABRAÇO E BOAS CURVAS.
    Sergio S.

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