Honda apresenta a NC 750X

A NC 750X, que vai substituir a NC 700X, tem uma mudança no perfil que deve agradar aos consumidores do modelo. O corte do motor no limite máximo de rotação da 700 que beirava os 6,5 mil giros, passou na 750 para quase sete mil (essa faixa foi ampliada em 400 rpm). Apesar de ser recomendado respeitar o limite de corte nas trocas de marcha até para a conservação do propulsor, é muito mais divertido esticar a acelerada nas mudanças de marcha.

Primeiras impressões

MotoMovimento teve um primeiro contato com o modelo 750X em um pequeno roteiro pelas ruas do bairro da Lapa, em São Paulo. Foram utilizadas, sequencialmente, a 700X e o novo modelo. É nítido que o torque melhorou em relação a sua antecessora sendo apresentado pela moto pela 750X muito mais cedo. O corte do limite, mesmo com o motor mais elástico, continua mesmo dentro da cidade. A vantagem desse limite é que ele é facilmente acatado pelo piloto e a economia de combustível é maior.

Oferecidas nas cores branca perolizada e preta (nova), a NC 750X tem as versões standard e com ABS. O preço público sugerido é de R$ 28.990 (STD) e R$ 31.100 com ABS. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem custos com frete e seguro. O novo modelo ficou entre 4% e 10% mais caro que a antecessora.

Apresentação

A apresentação da 750X que aconteceu hoje (29/01), em São Paulo, foi recheada de números. A nova versão tem 75 centímetros cúbicos a mais que a 700X e é 4% mais potente, agora com 54,8 cv a 6.250 rpm e com torque 8% maior, com 94 kgf.m a 4.750 rpm.

A Honda encomendou para o Instituto Mauá de Tecnologia, de São Paulo, testes comparativos entre a 700 e a 750. De acordo com a avaliação, o novo modelo melhorou no consumo de gasolina, velocidade máxima (167,61 Km/h da 700 e 174,70 para a 750) e retomadas. Clique AQUI para ver os resultados completos em PDF.

O motor SOHC (Single Over Head Camshaft), é bicilíndrico em linha, quatro tempos, arrefecimento a líquido e com alimentação por injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). O câmbio é de seis marchas.

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O chassi da nova NC 750X é do tipo Diamond e produzido em aço. A suspensão dianteira é do tipo garfo telescópico, com 153,5 mm. A traseira Pró-link tem curso de 150 mm e admite a possibilidade de ajustes na pré-carga da mola. A distância entre eixos é de 1.538 mm.

As rodas são de liga leve e 17 polegadas. Os freios funcionam com disco de 320 mm na dianteira e cáliper de dois pistões. Na traseira, o disco tem 240 mm e cáliper de único pistão. Com peso total de 205 kg para a versão standard e 209 Kg para a versão com sistema de freios ABS.

O assento em dois níveis tem 831 mm de altura em relação ao solo e ganhou nova textura que melhorou a aderência ao corpo do piloto e garupa. Ficou muito bom. Abaixo do assento está o tanque de combustível de 14,1 litros. No lugar do tanque, assim como a 700X, a 750 tem espaço para um capacete tamanho 60.

O painel de instrumentos digital em LCD é completo e conta como velocímetro, conta-giros, indicador de combustível, relógio e hodômetro duplo (total e parcial). e indicador de marchas, além do computador de bordo que fornece informações sobre o consumo médio, instantâneo e combustível utilizado (litros).

Clique AQUI para a ficha com as especificações técnicas da NC 750X

-Imagens: divulgação-

4 comentários em “Honda apresenta a NC 750X

  1. Concordo com tudo que já disseram; não concordo mesmo é com esses preços praticados no mercado brasileiro e, não é somente com as motocicletas; é com tudo mesmo!!!! É um absurdo se pagar R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais) numa motocicleta, mesmo que seja uma nc 750 x!!! Pode ser a moto que for… Totalmente fora de nossa realidade, haja visto e, todos nós sabemos que a causa disso é a política… Os produtos são bons mas não excelentes ao ponto de justificarem os preços cobrados. Nós brasileiros, precisamos mudar nossa realidade a começar por tomar vergonha na cara e parar de dar votos para esse sistema eleitoreiro implantado no nosso país… O brasileiro merece parar de sofrer tanto, por conta de ladrões dos colarinhos brancos… Gracia!!!!!

  2. as fabricas no Brasil reclamam dos impostos, custos e etc, mas não baixam os preços e sua margem de lucro … as motos são muito boas …Honda, Yamaha, Suzuki, Ducati, HD tem moto pra todo gosto ….. mas o preço esta fora de controle para os nossos padrões (US$ 10 mil)… assim vamos continuar a comprar moto usada ..onde a desvalorização é sempre alta …..

  3. Olá Vanderlei Sonvenzzo ! Será que não estais verborragiando possíveis frustrações passadas com algum produto Honda, possivelmente um evento pontual e isolado ? Quem não se lembra das motos Yamaha de dois tempos ? Comparadas as motos de quatro tempos da Honda da mesma época elas estavam lonje na qualidade… apesar de tudo isso ser passado e apesar das outras marcas evoluirem, muitas delas o fizeram correndo atrás do prejuízo por nao poderem oferecer produtos com a qualidade Honda de então… Com certeza a Honda que é marca entre as melhores 20 empresas do mundo… não conquistou essa classificação somente fabricando motocicletas, mas uma gama variada de produtos atuando em mercados muito competitivos…sem dúvida fez por merecer… se continua na vanguarda do seguimento de motos é porque os demais concorrentes ainda estão devendo…mas as coisas estão mudando e para melhor graças à concorrência. EU POR EXEMPLO AGORA TENHO UMA MOTO YAMAHA MODELO TENERE 250, porque a yamaha melhorou seu produto e a relação custo benefício para o consumidor….nem por isso posso negar o mérito que tem a Honda. Veja por exemplo o projeto da NC 750 X veja o que oferece em relação aos demais concorrentes… em termos de conforto, economia principalmente e velocidade de cruzeiro para uma moto deste porte… Não se pode negar… é produto de vanguarda…O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER….Mas ninguém pode_se autoafirmar_se Dono da Verdadeira verdade… Cada um tem a sua

  4. A Honda, ah a Honda, sentada em sua, por hora, supremacia no mercado brasileiro, não porque seus produtos tenham diferenciais significativos para isso, mas porque levou grandes vantagens na oportunidade de sua implantação no Polo Industrial de Manaus nos anos 70, por pura sorte, e como a única a oferecer produtos naquela época “brasileiros”, em grande quantidade, infestou o Brasil dessa marca que nem era boa, mas era o que tinha.
    E a brasileirada “maria vai com as outras” continuam comprando…
    E agora vai pagar de 4,0 a 10,0 % mais caro no mesmo e maquiado produto.
    Como perguntam os estrangeiros quando lhes contamos sobre isso: “E tem quem Compra?”.
    E com cara de bobo temos que lhes responder: “Tem sim, gringo, tem sim!”

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