Teste: Honda PCX 150 DLX

Versão luxo do scooter mais vendido da categoria, o Honda PCX 150 DLX é divertido na pista, como o modelo urbano demonstrou para MotoMovimento, no circuito do Haras Tuiuti, interior de São Paulo. Na aceleração, desenvolve seus cerca de 120 km/h no limite da velocidade máxima sem percalços. A retomada, dentro dos padrões do modelo scooter, é vigorosa na transmissão automática continuamente variável CVT (V-Matic). Nas curvas, tem boa inclinação apesar das características definidas para a mobilidade urbana com rodas de 14″ e pneus 90/90-14M/C 46P na dianteira e 100/90-14M/C 57P na traseira.

Contribui ainda para a diversão na pista, o sistema de freios CBS (Combined Brake System), que distribui parte da força aplicada ao freio traseiro para o dianteiro. Como não fica derrapando ou saindo de lado nas reduções bruscas de velocidade, a tecnologia transmite sensação de segurança no uso.

No conjunto mecânico, para 2018, permanece o propulsor monocilíndrico OHC (Over Head Camshaft), 4 tempos, com injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection) e arrefecimento líquido. A potência máxima é de 13,1 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 1,36 kgf.m a 5.000 rpm. A capacidade do motor é de 149,3 cm² e já esta em conformidade e adequada aos padrões exigidos pela segunda fase do Promot 4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).

Leia também:
+ BMW Motorrad Mais tem pacotes de peças com preço fixo
+ Confira a programação de Janeiro de 2018 em Festas, encontro e eventos de MotoMovimento
+ Honda XRE 300 2018 tem novas cores e ABS de série para a versão Adventure
+ Honda lança mais uma versão, a Sport, do scooter PCX 150 2018
+ Yamaha reformula totalmente a Fazer 250 ABS
+ Ducati apresenta Monster 797 e SuperSport S no Salão Duas Rodas
+ Royal Enfield apresenta sua nova série Redditch no Salão Duas Rodas
+ Mercado de motos apresenta estabilidade em outubro, diz Abraciclo
+ Triumph leva as novas Tiger 800 e T100 Black para o Salão Duas Rodas
+ Teste: Roadster BMW G 310R anda bem?

Na cidade, o PCX apresenta um de seus principais recursos tecnológicos, o sistema Idling Stop, que permite o desligamento automático do motor em situações como na parada em semáforo, e retomada automática após acionamento do acelerador. O porta objetos conta com tomada 12 volts. Sob o banco, o porta volumes, aberto por meio de um botão, tem capacidade de 25l e permite acomodar um capacete fechado.

O conjunto óptico conta com lâmpadas de LED para o farol, lanterna e indicadores de direção e lanternas de freio e iluminação da placa traseira, ambas em LED. O painel de instrumentos dispõe de relógio digital com velocímetro, medidor de combustível, luzes espia da injeção eletrônica, medidor de combustível e sistema de parada automática.

O marrom perolizado em dois tons associado ao banco caramelo chama atenção no trânsito urbano, ambiente onde é ágil e confortável. Com versões a partir de R$ 11 mil, além do modo luxo DLX, o scooter tem a versão Sport e as cores azul escuro perolizado e prata fosco na versão Standart.

-Informações e imagens: Caio Mattos/Honda/MotoMovimento-

Um comentário em “Teste: Honda PCX 150 DLX

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *