Teste Honda SH 300i

Aposta “premium” da Honda no segmento de scooter de média cilindrada, o SH 300i tem um grande diferencial principalmente no uso urbano, o para-brisa que protege até do frio. Mas o conforto na cidade da proteção frontal, colabora para ampliar a turbulência na rodovia. O teste de MotoMovimento, na estrada, proporcionou dois momentos distintos. Com bastante vento e a cerca de 120 km/h a turbulência apareceu bastante. Sem ventos fortes, na mesma velocidade, o modelo vai confortável.

Na mesma condição sem ventos na pista, o scooter chegou a velocidade máxima de cerca de 140 km/h já instável e em pleno motor. Um eficiente OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a líquido de 279,1 cc, potência máxima de 24,9 cv a 7.500 rpm e torque máximo 2,59 kgf.m a 5.000 rpm.

Por suas características próprias de design, a parte frontal do scooter é afilada. Isso exige que o piloto mantenha as pernas o mais próximas possível junto ao banco para evitar a ação no vento nelas. Suas medidas para comprimento, largura e altura 2.131, 728 e 1.600 mm, respectivamente. Boas medidas para enfrentar o trânsito das cidades em corredores mesmo mais apertados. Outra medida interessante do scooter é a de 16 polegadas dos pneus 100/70 na frente e 130/70 na traseira.

O tanque de combustível, tem capacidade para 9,1 litros somente para gasolina com autonomia máxima de 300 quilômetros em média de 32,9 km/l, afirma a Honda. Foi mais ou menos o que aconteceu na avaliação de MotoMovimento. Na transmissão tipo CVT, a vibração é notável quando o scooter não está em movimento. Acelerando desaparece.

O espaço característico do scooter sob o banco para guardar objetos tem 16 litros. Cabe um capacete fechado. É sempre bom lembrar que esse espaço junto ao motor esquenta no uso. No local tem ainda uma tomada de 12v que serve para recarregar o celular em movimento.

A altura do assento é de 805 mm. Apesar de não ser muito alto, a ponta da frente do banco, mais larga, deixa as pernas do piloto mais abertas dificultando quem é mais baixo de colocar os pés no chão. O sistema de freios, com discos na frente e atrás, é adequado para o modelo.

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No painel, o scooter oferece hodômetro total, hodômetro parcial (TRIP A/B), consumo de combustível atual e consumo médio de combustível. Tem ainda indicador de troca de óleo, de temperatura do líquido de arrefecimento, velocímetro, medidor de combustível mas não tem conta-giros.

Outro diferencial vendido como “premium” do scooter, além do conjunto de iluminação em LED, é o sistema Honda Smart Key que aciona o modelo sem o uso de chave. Segundo a montadora, o sistema executa uma autenticação bidirecional entre a motoneta e o Smart Key utilizando ondas de rádio de baixa intensidade. Atenção, pois as ondas podem afetar equipamentos médicos como marca-passo cardíaco.

Vendido nas cores cinza metálico e branco fosco perolizado, o scooter tem preço sugerido de R$ 23.590, com base São Paulo, para pagamento à vista sem despesas com frete e seguro.

-Informações e imagens: MotoMovimento-

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