Teste: scooter Yamaha NMax 160

Uma das principais qualidades do scooter Yamaha NMax 160, na cidade, é sua largura total de 740 mm. Esguio, avança rápido nos corredores do trânsito de São Paulo. Vai com folga mesmo nas passagens em que os retrovisores dos carros estão mais próximos e que exigem malabarismo em modelos maiores como os mais utilizados pelos motoboys, de 125cc ou 150 cc. Avaliado por MotoMovimento por 500 quilômetros, 300 deles na cidade e o restante em rodovias, o scooter tem preço público sugerido de R$ 11.390.

Concorrente direto do scooter Honda PCX 150, o NMax também sofre na estrada (Veja avaliação do PCX abaixo em “Leia também“). Seu motor SOHC, monocilíndrico, 155,09 cm³, quatro tempos, quatro válvulas, arrefecimento líquido com potência de 15,1 cv a 8.000 rpm e torque de 1,469 kgf.m a 6.000 rpm, perde fôlego em estradas com limite de velocidade a 120Km/h, por exemplo. Com velocidade máxima de 125 Km/h no regime de transmissão contínua CVT sem uso de marchas, é difícil manter velocidade alta constante sem afetar o consumo que marcou, no teste, média de 37 Km/l.

Já em um passeio no Circuito das Águas Paulista, com estradas cheias de curvas e velocidades com variação próxima a 60Km/h o modelo deu prazer na pilotagem. Como qualquer outro scooter, as pequenas rodas de 13 polegadas do Yamaha dão desconforto ao copiar exatamente e transmitir tudo para todo o conjunto, todas as irregulares encontradas em rodovias secundárias e ruas das cidades. Mesmo com os pneus mais largos do modelo, 110/70 na dianteira e 130/70 na traseira.

No conjunto de suspensões, o NMax tem garfo telescópico com 100 mm de curso na frente e sistema bichoque com 90 mm de curso atrás. Mão chegou ao final do curso em nenhum momento. No sistema de freios, o scooter Yamaha tem discos simples e ABS nas duas rodas. Na frente, 230 mm de diâmetro com pinça simples e na traseira 230 mm de diâmetro com pinça simples. Calibrados para o tamanho do modelo. Para abastecimento não é necessário abrir o banco. O bocal do tanque é instalado na plataforma do modelo. O tanque de combustível, somente para gasolina, tem capacidade para até 6,6 litros com reserva de 1,4 litro.

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Com farol e lanterna traseira de LED, setas integradas à carenagem que tem formas e ângulos que remetem à esportividade, o NMax chama atenção nas ruas. O painel digital tem velocímetro, hodômetro total e de reserva de combustível, consumo instantâneo de combustível, consumo médio de combustível e indicadores de troca de óleo e de correia e de temperatura do motor. Tem descanso lateral, cavalete central e suporte para bagageiro de série.

Outros detalhes

Quadro: Underbone em tubos de aço
Dimensões: 1.955 mm de comprimento, 740 mm de largura, 1.115 mm de altura
Distância entre-eixos: 1.350 mm
Distância mínima do solo: 135 mm
Altura do assento: 765 mm
Peso seco: 120 kg
Peso em ordem de marcha: 127 kg
Cores: branca metálica, vermelha metálica e cinza fosco
Capacidade de volume sob o banco: 25 litros

-Informações e imagens: MotoMovimento-

3 comentários em “Teste: scooter Yamaha NMax 160

  1. Eu comprei uma o mês passado,e já instalei um Parabrisa maior da GIVI,paguei 483,00,foi de grande valia porque o original é muito pequeno,estou gostando da Scooter,só acho que a espuma do banco deveria ser mais macia como é a da PCX,pois tive uma.A Yamaha devia dar uma olhada nisso.
    Para o transito realmente ela é muito ágil entra em qualquer canto,e na estrada, vai tranquilamente a 100,110,mas se acelerar mesmo ela chega a 120 até com o parabrisa.mais alto.
    Nota 10 pra Scooter da Yamaha,tem um visual futuristico ,e é bonita, e além do prazer que é pilotar uma moto automática.

  2. A Yamaha deveria fazer uma versão do scooter NMax 160 com assoalho plano, muito melhor para carregar volumes no assoalho e mais confortável e seguro para apoiar os pés. Também seria melhor para proteger as perna de batidas laterais e proteger calçado e calças dos espirros de água. Com certeza ficaria um scooter clássico e perfeito, e seria um enorme sucesso de vendas!.

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