Teste: Street Triple 675

São Paulo (SP) – É surpreendente a agilidade da roadster Triumph Street Triple 675 na pilotagem urbana. Aliás, essa é a proposta da naked da marca inglesa, uma variação comportada da superesportiva Daytona 675. MotoMovimento andou cerca de 300 quilômetros com a moto, principalmente nas ruas e avenidas de São Paulo. O preço é de R$ 32.490 para o modelo 2014 e R$ 32.990 o modelo 2015.

A moto é muito compacta [2.055 mm x 740 mm x 1.060 mm (CxLxA) com altura do banco de 800 milímetros do solo] e pesa somente 183 quilos. Contribui ainda para a diversão o banco confortável tanto para o piloto quanto para a garupa e as soluções da montadora inglesa em busca das melhores respostas para as exigências durante a condução.

Os pneus 120 na frente e 180 atrás em rodas de alumínio fundido de cinco raios são bons aliados na performance. No pacote de dirigibilidade, a Street Triple 675 apresenta suspensão KYB com garfos invertidos de 41 mm; o freio com sistema ABS tem duplos discos flutuantes de 310 mm, com pinças deslizantes de dois pistões da marca Nissin na dianteira e traseiro de disco simples.

O quadro tem perfil de alumínio com viga dupla e é ligado a um subquadro traseiro de duas peças, fundido em alta pressão, informa a montadora. É bastante funcional nas curvas fortes e auxilia nas necessidades de direcionamentos ágeis no trânsito urbano.

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O motor da Street Triple 675 é de três cilindros em linha refrigerado a água, com 12 válvulas, potência máxima de 85,1cv a 11.200rpm, torque de 6,1kgfm a 8.300rpm em câmbio de seis marchas e transmissão por corrente. É suficiente para a proposta, mas não empolga se a intenção é o “radicalismo motociclístico”. Como outras propostas da categoria “nakeds confortáveis e divertidas”, funciona muito bem no torque em baixas e médias rotações. Afinal, essa é a graça desses modelos que estão no mercado.

O consumo girou em torno de 18 quilômetros por litro já que a tocada não foi tão suave para um tanque com capacidade de 17,4 litros. Para a cilindrada é bastante aceitável. O conjunto ótico é eficiente para a cilindrada, mas poderia ser um pouco mais forte.

O painel de instrumentos com tela de LCD tem contador de voltas integrado, luzes indicadoras de mudanças de marchas, medidor de combustível, relógio, conta-giros, velocímetro digital e indicador da pressão dos pneus. A moto tem quatro opções de cores metálicas: azul caribbean, preto phantom, verde cosmic e branco crystal.

-Imagens: MotoMovimento-

12 comentários em “Teste: Street Triple 675

  1. Há pouco mais de um mês, adquiri minha segunda Triumph (a primeira foi uma Trhuxton 900). Agora estou curtindo bastante a Street Triple 675, que considero, por sua ciclística excepcional e motor com bom torque em baixas e médias rotações (faixa mais utilizada na cidade), uma bicicleta com um foguete… Simplesmente maravilhosa…

  2. Adquiri essa moto a 20 dias, excelente maquina, linda, anda muito bem, confesso que antes de comprar olhava ela muito por foto, mas infelizmente ela não é muito fotogênica com esses olhos esbugalhados hahaha, Mas quando fui busca-lá, cara a moto é muito linda, chama muita atenção, já estou sem jeito, por onde passo todos perguntam que moto ela é , elogiam etc. Como disse um amigo lá em cima nos coments, só acha feia quem não tem money para comprar.Ela é muito superior que Honda e Yamaha em questão das cb´s e xj´s.

  3. Feia???? Como disse um amigo meu: ” Eu também achava até ter dinheiro pra comprar uma.”
    Eu já pilotei uma dessa, e na MINHA opinião a moto é perfeita dentro da proposta. E acho ela linda, muito mais que CB 650 e XJ6. Que me perdoem os amantes de Honda e Yamaha. Mas essa moto ta numa categoria mais premium, já buscando clientes de Z800, MT 09. Moto da Honda que fazia frente a ela era a Hornet (que a Honda sacrificou pra fazer uma moto mais barata, dando a disculpa de emissão de poluentes Promot 3 e blablabla). A Tryumph só peca é pelo preço das revisões, fora isso, é um Motão.

  4. Estou na segunda Speed Triple, irmã mais velha da Street e digo que a qualidade das motos da Triumph está bem acima do que se vê em Honda e Yamaha de custo semelhante. Não quebra nada. Rodei mais de 32.000 Km e não tive nenhum problema.

  5. A moto é muito linda mesmo, comprei uma na semana passada.
    Onde passo chama atenção, o ronco dela é TOP, gostoso de ouvir.
    Esta moto foi construida com equipamentos de qualidade, tem ABS de série, preco esta competitivo com as Marcas de maior revenda no Brasil
    Com ctz, teráo pessoas que nao gostarão do design desta moto, do ronco, da cabeça do parafuso, enfim, nem todos tem ou nasceram com Bom Gosto…rsrs (brincadeira)
    Nao tenho o que desabone esta pequena Naked, estou muito feliz com ela e quando puderem, vã conhecer ela pessoalmente, façam um Best Ride, para sentirem o que digo sobre a ST3

  6. Pessoal, quem não deve gostar dessa moto é porque nunca andou, e se acha feia, é porque não viu ao vivo. Abs, freios e suspensões top na versão R, por preco pouco acima da xj, que tem bengalas que parecem uma RX antiga, quadro mole, e a honda agora vem com uma 650 com nenhum equipamento razoável.
    E o nivel de acabamento é superior as outras. Em qq lugar do mundo ela é considerada melhor do que o que temos no Brasil.

  7. EU acho que faltou engenharia nessa moto olha o suporte traseiro dos piscas e placa parece um marimbondo na primeira ferroada perde perde a traseira com pisca e placa e as vibraçoes isso vai dar muita manutenção

  8. O que essa moto tem de boa tem de feia. PQP!! Se a Triumph colocasse uma pequena carenagem
    nesses faróis a moto iria ficar linda….. Um pequeno custo geraria grandes lucros. Tenho amigos gostam desses tipos de motos ( naked ) e todos acharam essa moto feia…..

  9. Prezados,

    Na reportagem acima foi cometido um erro quando quis tratar sobre a autonomia da moto, ao dizer que ela fez 18 litros por quilometro, ao invés de 18 quilômetros por litro.

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