Teste: Yamaha Crosser 150 Z

São Paulo (SP) – Com visual aventureiro, a versão Z da Yamaha XTZ 150 Crosser, com para-lama maior e alto, além de sanfonas e protetores rígidos nas bengalas de suspensão dianteira, convida para passeios na terra. Vai bem, como iria também o confiável modelo Crosser lançado no Brasil em 2014, denominado agora Crosser S, já que as duas novas versões compartilham os mesmos demais componentes. A vantagem da Z é que não acumula terra ou lama sob o para-lama baixo, como o da S, e tem proteções para poeira e pedras do caminho.

O banco, a 836 mm do solo, confortável, respondeu bem nos cerca de 350 quilômetros ininterruptos de uso na terra e no asfalto de rodovias para o teste de MotoMovimento com a Z. A posição de pilotagem ereta, inerente aos modelos trail, é bastante relaxada com bom encaixe das pernas na carenagem. O espaço para garupa também é confortável, com ampla barra de apoio para se segurar. Tem ainda base com furações para a instalação de baú traseiro.

Como toda moto de baixa cilindrada, sofre um pouco na estrada, mas tem bom comportamento na cidade para as arrancadas dos semáforos e escapadas no trânsito intenso das grandes cidades onde ela é ágil nas mudanças rápidas de direção com seu peso líquido de 131 quilos. Nos freios, disco único dianteiro de 230 mm e traseiro a tambor mecânico de 130 mm, são calibrados para o modelo.

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O motor é o mesmo Flex de um cilindro e 150 cc, com pistão forjado em alumínio e injeção eletrônica, que rende 12,4 cavalos e 1,29 kgf-m. Trabalha melhor em giros mais altos, por volta de 6.000. Com tanque de 12 litros, o modelo fez média de 33 km/l com gasolina e 27 km/l com etanol nos cerca de 600 quilômetros do total de quilometragem do teste do modelo na terra, rodovias e trânsito de cidades.

O painel de Instrumentos tem bom ângulo de visão com conta-giros analógico e painel digital de LCD com relógio, função ECO, indicador de marcha, velocímetro, hodômetro total e parcial, marcador do nível de combustível. Apresentadas no Salão Duas Rodas 2107, as motos têm preços sugeridos diferentes, neste momento. R$ 11.390 a S e R4 11.590 a Z.

Especificações técnicas

Motor
4 tempos, SOHC, 2 válvulas, refrigerado a ar
Cilindros: 1
Cilindrada: 149,3 cc
Diâmetro x curso: 57.3 x 57.9 mm
Potência máxima: 12,2 cv (7.500 rpm) gasolina / 12,4 cv (7.500 rpm) etanol
Torque máximo: 1,28 kgf.m (6.000 rpm) gasolina / 1,29 kgf.m (6.000 rpm) etanol
Alimentação: injeção eletrônica
Câmbio: 5 velocidades
Sistema de partida: elétrica
Transmissão secundária: corrente
Bateria: 12V – 5AH

Chassi
Suspensão dianteira – curso: garfo telescópico – 180mm
Suspensão traseira – curso: balança tipo Monocross com link / 160mm
Freio dianteiro: disco hidráulico – 230 mm
Freio traseiro: tambor mecânico – 130 mm
Pneu dianteiro: 90/90- 19 M/C (52P)
Pneu traseiro: 110/90- 17 M/C (60P)

Dimensões
Comprimento x largura x altura: 2.050 mm x 825 mm x 1.140 mm
Distância entre eixos: 1.350 mm
Altura do Assento: 836 mm
Peso líquido (ordem de marcha): 131 kg
Capacidade do óleo do motor: 1,25l
Tanque de combustível: 12l (3l reserva)
Abastecimento: gasolina/etanol

-Informações e imagens: MotoMovimento-

2 comentários em “Teste: Yamaha Crosser 150 Z

  1. Mais uma enganação de uma Fábrica nacional de Motos para iludir o público e poder aumentar o preço. Eles simplesmente colocaram o paralama dianteiro da extinta XTZ 250X, nesta “nova” versão da crosser. Se pelo menos tivessem produzido um paralama dianteiro novo, porque esse da antiga versão X, só tem beleza. Ele joga água e lama até na carenagem de farol.

  2. Tenho uma de lançamento quer dizer 2014 e eu msmo fiz adaptação do para-lamas mais alto e ficou top. Agora saiu assim , Muito bom. Serve pra qualquer hora e terreno.

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